Amor Verdadeiro

Achei um amor verdadeiro para mim.
Ele me ama nas noites frias do inverno.
O vejo passear por meus sonhos lúcidos,
falando com meu subconsciente.
Indefesa em território desconhecido,
vou seguindo esse caminho de névoas rosas
Achei um amor e ele é bom pra mim.
Ele me chama de manhã com sua voz rouca
e o meu primeiro sorriso do dia é dele.
Meu primeiro beijo do dia continua sendo dele também.
As lingeries novas são mais dele do que minhas.
Visto elas em dias que não me sinto bem
e faz com que meu ego cresça um pouco.
Baby, achei um amor que me trata como gatinha manhosa.
Uso o meu chame para destruição de suas tentativas.
O amor que me ama me dá tudo aquilo que sempre quis.
Tenho tido que vale a pena me encontrar com ele.
Tenho dito que meus dias ficaram mais azuis com sua presença.
Tenho sentido sentimentos que foram estrangulados a um tempo atrás.
Sei que fará bem o amor que me dá.
Minhas madrugadas são mais quentes ao seu lado.
Meu inverno é mais aconchegante em seus braços.
Cada dia que passa aprendemos mais com a convivência.
Saber não deixar o amor esfriar é algo que tem que ser tratado com delicadeza.
Aprendemos coisas com o amor verdadeiro. Eu disse baby, achei um amor verdadeiro como nunca ninguém viu.
– Flávia M. (vomite.me)

Na Madrugada

Era de madrugada quando começamos a nos beijar. Seus beijos eram algo que não sabia compreender. Algumas vezes com o pensamento distante pensava em palavras que não saiam de minha boca. Senti suas mãos gentis passando pelo meu corpo nu. Nossos corpos juntos, colados um ao outro esquentava aquela madrugada fria.

Estávamos acostumados um com o outro e fazíamos o que queríamos na cama. Sem pudor, restrições ou comentários. Apenas deixávamos nos levar com o momento. Sua boca descia para os meus quadris e os lambia. Acariciava seu pênis rígido enquanto ele deixava levar os seus gemidos.  Estava molhada demais e pensava  com uma turbulência incandescente.

Virei-me de costas para ele, passando seu pênis lá embaixo. Escorregadio, entrou com força dentro de mim. Rígido, ele metia enquanto eu me aproximava de seu peito. Ele apertava meu pescoço de forma que encostasse mais meu corpo no dele. Sentia pulsar lá dentro.

Com alguns vai e vem, pegou-me pelo cabelo e o puxou com força. Não podia gemer, pois era de madrugada e todos em casa estavam dormindo então, gemia baixinho para ele. Segurando minha cintura seu pênis foi inflando dentro de mim, e eu o sentindo com facilidade. Alguns minutos depois, me debrucei de quatro.

Com o vai e vem de nossos corpos em união, meus seios estavam ligados e com tesão. Chegou mais para baixo e acariciou-os com delicadeza. Nossos sexos eram geralmente rápidos, pois gozávamos logo com uma intensidade avassaladora.

Conhecíamos um ao outro e isso deixava o sexo mais ardente e sem limites. Queria que ele me dominasse a ponto de me submeter a coisas irracionais. Os pensamentos que passavam por mim eram sórdidos e maliciosos. Não sabia o que se passava no dele, mas podia imaginar.

Suas mãos segurando com força em minha cintura pediam para ser com mais força. A força bruta era o que me motivava na cama. Adorava ser submetida a esse tipo de sensação, só quem pode experimentar com alguém de confiança pode sentir a real sensação da dor.

Alguns minutos depois o meu tesão foi ficando cada vez mais intenso até o ponto que explodi em cima dele, e senti seu pênis endurecer ainda mais. Um fervor corria por nossos corpos e a quentura que sentia lá embaixo.. Ofegantes, deitamos abraçados e dormimos no silêncio da madrugada. Só quem pode sentir essas sensações consegue um sono profundo e tranquilo. A noite caia lá fora e minha mente não conseguia pensar, somente a exaustão permanecia.

– Flávia M. (Vomite.me)

Noite de Sábado

Era uma noite de sábado qualquer e estávamos presos em uma festa com bandas e bebidas fortes. Nossos olhares se cruzavam a cada instante. Meu corpo pedia pelo seu e seu olhar feroz rugia para mim. As energias foram nos puxando para mais perto, não conseguíamos controla-las. Eram desejos que passavam por minha mente turbulenta. Desejos obscuros que você foi criando, alimentando, dominando.

Eu estava lá apenas por uma coisa e sabia disso. Queria esconder a minha vontade da submissão de meu olhar fugaz, mas ela não saia de minhas retinas. Via-me amordaçada somente para você. Presa e encurralada como uma presa domável. Sentia-me ameaçada e sei que você também.

Alguns beijos molhados e não conseguíamos mais nos conter. Era uma febre interna que não passava. As energias se cruzaram e não se soltaram mais. De fininho íamos para a porta do banheiro. Trancou a porta e me beijou mortalmente. Eu seria capaz de fazer qualquer coisa naquele momento. Não conseguia pensar em nada a não ser na sua língua mexendo dentro de minha boca. Suas mãos fortes pegavam-me sem limites, passavam furiosas pelo meu corpo. Sentia seu pênis rígido e grosso se erguer.

As palavras não existam naquele momento, somente gemidos de prazer. Fui ficando cada vez mais molhada e com tesão até que ele meteu dentro de mim com força. Sentia suas mãos acariciarem minha bunda. Sentia sua língua percorrer meu pescoço, seus dentes mordendo com força, deixando-os totalmente roxos. Eu gostava da cor arroxeada que deixava pelo meu corpo. Nos outros dias lembrava com as marcas exalando em minha pele.

Seus gemidos foram ficando cada vez mais grossos e incontroláveis até que sentia sua excitação quente escorrer por minha bunda. Aquele era só o primeiro round e nós sabíamos disso, mas não sabíamos onde isso iria nos levar. Foi apenas uma noite de muito calor e o álcool falando mais alto. Ainda com o folego sem recuperar olhei sua blusa amarela e vi o Pernalonga fodendo a Lola. Olhei para seu rosto e um sorriso malicioso surgiu. Aquele banheiro deixou marcas em meu corpo nunca mais vistas ou lembradas.

Eric Wallis

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