Na Madrugada

Era de madrugada quando começamos a nos beijar. Seus beijos eram algo que não sabia compreender. Algumas vezes com o pensamento distante pensava em palavras que não saiam de minha boca. Senti suas mãos gentis passando pelo meu corpo nu. Nossos corpos juntos, colados um ao outro esquentava aquela madrugada fria.

Estávamos acostumados um com o outro e fazíamos o que queríamos na cama. Sem pudor, restrições ou comentários. Apenas deixávamos nos levar com o momento. Sua boca descia para os meus quadris e os lambia. Acariciava seu pênis rígido enquanto ele deixava levar os seus gemidos.  Estava molhada demais e pensava  com uma turbulência incandescente.

Virei-me de costas para ele, passando seu pênis lá embaixo. Escorregadio, entrou com força dentro de mim. Rígido, ele metia enquanto eu me aproximava de seu peito. Ele apertava meu pescoço de forma que encostasse mais meu corpo no dele. Sentia pulsar lá dentro.

Com alguns vai e vem, pegou-me pelo cabelo e o puxou com força. Não podia gemer, pois era de madrugada e todos em casa estavam dormindo então, gemia baixinho para ele. Segurando minha cintura seu pênis foi inflando dentro de mim, e eu o sentindo com facilidade. Alguns minutos depois, me debrucei de quatro.

Com o vai e vem de nossos corpos em união, meus seios estavam ligados e com tesão. Chegou mais para baixo e acariciou-os com delicadeza. Nossos sexos eram geralmente rápidos, pois gozávamos logo com uma intensidade avassaladora.

Conhecíamos um ao outro e isso deixava o sexo mais ardente e sem limites. Queria que ele me dominasse a ponto de me submeter a coisas irracionais. Os pensamentos que passavam por mim eram sórdidos e maliciosos. Não sabia o que se passava no dele, mas podia imaginar.

Suas mãos segurando com força em minha cintura pediam para ser com mais força. A força bruta era o que me motivava na cama. Adorava ser submetida a esse tipo de sensação, só quem pode experimentar com alguém de confiança pode sentir a real sensação da dor.

Alguns minutos depois o meu tesão foi ficando cada vez mais intenso até o ponto que explodi em cima dele, e senti seu pênis endurecer ainda mais. Um fervor corria por nossos corpos e a quentura que sentia lá embaixo.. Ofegantes, deitamos abraçados e dormimos no silêncio da madrugada. Só quem pode sentir essas sensações consegue um sono profundo e tranquilo. A noite caia lá fora e minha mente não conseguia pensar, somente a exaustão permanecia.

– Flávia M. (Vomite.me)

Noite de Sábado

Era uma noite de sábado qualquer e estávamos presos em uma festa com bandas e bebidas fortes. Nossos olhares se cruzavam a cada instante. Meu corpo pedia pelo seu e seu olhar feroz rugia para mim. As energias foram nos puxando para mais perto, não conseguíamos controla-las. Eram desejos que passavam por minha mente turbulenta. Desejos obscuros que você foi criando, alimentando, dominando.

Eu estava lá apenas por uma coisa e sabia disso. Queria esconder a minha vontade da submissão de meu olhar fugaz, mas ela não saia de minhas retinas. Via-me amordaçada somente para você. Presa e encurralada como uma presa domável. Sentia-me ameaçada e sei que você também.

Alguns beijos molhados e não conseguíamos mais nos conter. Era uma febre interna que não passava. As energias se cruzaram e não se soltaram mais. De fininho íamos para a porta do banheiro. Trancou a porta e me beijou mortalmente. Eu seria capaz de fazer qualquer coisa naquele momento. Não conseguia pensar em nada a não ser na sua língua mexendo dentro de minha boca. Suas mãos fortes pegavam-me sem limites, passavam furiosas pelo meu corpo. Sentia seu pênis rígido e grosso se erguer.

As palavras não existam naquele momento, somente gemidos de prazer. Fui ficando cada vez mais molhada e com tesão até que ele meteu dentro de mim com força. Sentia suas mãos acariciarem minha bunda. Sentia sua língua percorrer meu pescoço, seus dentes mordendo com força, deixando-os totalmente roxos. Eu gostava da cor arroxeada que deixava pelo meu corpo. Nos outros dias lembrava com as marcas exalando em minha pele.

Seus gemidos foram ficando cada vez mais grossos e incontroláveis até que sentia sua excitação quente escorrer por minha bunda. Aquele era só o primeiro round e nós sabíamos disso, mas não sabíamos onde isso iria nos levar. Foi apenas uma noite de muito calor e o álcool falando mais alto. Ainda com o folego sem recuperar olhei sua blusa amarela e vi o Pernalonga fodendo a Lola. Olhei para seu rosto e um sorriso malicioso surgiu. Aquele banheiro deixou marcas em meu corpo nunca mais vistas ou lembradas.

Sensações do Sado-Masoquismo

Uma casa vazia e assustadora. O corpo dela tremia de tesão com o ar de pecado passando. Com os fôlegos em ritmos diferentes, havia algo naqueles corpos que preenchiam o vazio um do outro. Aquecia o vento gélido que percorria por aqueles cômodos sombrios.

Nela crescia um sentimento raivoso, algo que incomodava por dentro. A cada toque uma batida fogosa percorria os batimentos de seu coração. Era algo ensurdecedor, apagava a memória, distorcia o olhar, confundia os sentidos.

Seu corpo quente encostou no dela, com um choque intensivo. Ela compreendia que coisas inexplicáveis acontecem diante de seu olhar perdido. Compreendia a imensidão que é ser e estar na cama com aquela sensação. A sensação que não largava suas emoções. Brincava com sua mente, rejeitava e depois a possuía novamente.

Naquele momento ela via-se sem escapatórias. Suas mãos estavam presas para trás, sem poder tocá-lo. Seu cinto batia em suas nádegas e uma selvageria percorria aquele quarto sombrio.

As palavras falham e os gemidos roucos iam mais altos. Um  olhar instigante a virou para frente, e os lábios percorriam o corpo dela com um toque intenso no meio de suas coxas. Ela sentia a dominação percorrer selvagem em volta de seu corpo. As mordidas, cintos, tapas, puxões de cabelo, e reboladas deixava-os ofegantes.

“O gozo é só um ponto do sexo”, pensava ela.

Alguns pensamentos saiam dos trilhos e viajavam nas sensações do momento. Nada poderia perturbá-los, somente o pecado consumindo suas almas. Um pecado delicioso de sentir. Um  pecado que por incrível que pareça era o que eles mais queriam , mais ansiavam.

Momentos de desesperos sentiam algumas vezes, com os barulhos da casa vazia ecoando pelo quarto. Eles sabiam que havia uma presença ali que não os deixava se desgrudar. Alguma coisa os puxava para perto, sempre.


Ela o olhava e tinham choques efusivos. Ele a sentia por dentro e a loucura vinha a tona, novamente. Sua rigidez invadia as suas profundas sensações de prazer. Um prazer diferente, instigante, selvagem, pecador.

Ele a fazia rebolar em cima de seu colo, enquanto gemia fortemente, um gemido másculo. A explosão dos tesões dos dois eram perigosas, tóxica. Abalava o caminho, como uma chuva cósmica.

Ela pensava na ebulição de ser, aquela crise existencial após um sexo sado é a melhor parte. Tinha razões para acreditar que era isso que acalmava o furacão que percorria dentro dela mesma

Imaginação Fértil

Era de tarde quando ouvi o som da campainha, senti meu corpo estremecer com a presença que se encontra do outro lado da porta. Abri, vi um sorriso malicioso em seu rosto, dizendo:

– Olá, minha doce mulher.

Quando me deparei, já estava sendo sugada para seus braços, com seus lábios me enchendo de libido, aquecendo meu corpo naquela tarde fria e chuvosa de um sábado qualquer. Sem esperar muito me debrucei na cama e observei ele me olhando inteiramente. Quando me vi estava sendo violentamente jogada para debaixo de seu corpo. Senti um tic-tac, pulsando, entre minhas pernas.

– Como você está molhada – Ele disse-me, e eu ofegante respondi com um gemido rouco.

Não consegui pensar em outra coisa a não ser naquele momento, me tirou a razão. Com alguns minutos daqueles beijos molhados, já não tinha mais consciência para pensar direito. Sentindo apenas meus sentidos se aguçarem com minhas mãos pelo seu corpo. Meu olhar já não enxergava muita coisa, estava em uma espécie de transe, sentindo a excitação que corria pelo meu corpo.

Meus sentidos se abriram mais para as sensações que eu sentia naquele momento. Senti sua mão forte bater em minha bunda, com um estralo impactante. Suas mãos percorrendo pelo meu cabelo, puxando forte contra ele.

Com alguns tapas e uma pegada selvagem, fui-me deixando levar até que me encontrei sem opções a não ser deixar tudo acontecer conforme estava indo. Deixei-me mais solta do que antes, e com ele levando-me a um mundo de prazeres intenso. Seus gemidos agora soavam mais alto do que os meus, pedindo, implorando para que essa sensação continuasse por mais um tempo.

Com sua mão no meio de minhas pernas, não conseguia mais parar de me estremecer dos pés a cabeça. Um arrepio forte passou-me pelo corpo. Cada vez queria mais forte e mais selvagem.

Pegando meu corpo com um intenso desejo de domina-lo por inteiro, ele jogou-me de bruços enfio seus dedos dentro de mim, devagar, suave, sentindo-me molhada. Com o vai e vem de seu entrar, senti uma onda de calor me consumir. Gozei em cima de seus dedos molhados, gemendo de prazer.

Ele olhou-me com um olhar selvagem e colocou dentro de mim, forte. Meus sentidos nessa hora se esvaíram. Com um timbre em meus ouvidos, ouvia tudo em eco. O prazer de tê-lo dentro de meu corpo deixou-me com uma estranha sensação de eco em meus ouvidos, e eu explodi de tesão.

Ele forçou suas mãos em minha bunda, enquanto metia forte, e eu pude sentir seu prazer se intensificar dentro de mim. Com um gemido grosso, ele gozou em cima de minha bunda enquanto eu empinava para ele.

Deitei em cima dele com um fôlego intenso, deixando-me acalmar. Ele olhou-me pelada e abraçou meu corpo quente. Enquanto acariciava meu cabelo, entrei em
um sono profundo, e mergulhei na exaustão de um sexo selvagem.

– Flávia M. (vomite.me)

Sexo Selvagem

– Sexo brutal, sim era isso que eu estive pensando – Ela disse, em meio de seus pensamentos.

Sozinha encontrava-se, quando uma ideia bateu em sua porta. Abri e encontrei-o olhando para mim.
Surpresa, ele entrou, enquanto pensava como eu pude estar pensando naqueles assuntos, sexo brutal só pode ser bom quando você tem alguém em quem você confia – Pensei no mesmo instante.
Olhei para ele e pensei novamente em uma fração de segundos

– Porém, eu tenho alguém em quem confio. – Falava em voz alta.

Ele olhou-me, não entendendo direito o que estava passando em minha cabeça. Beijei seus lábios, e deixei eles molhados para que passassem pelo meu corpo.

Sem pensar duas vezes, joguei ele em minha cama e subi em cima de seu corpo, beijando sua língua, seu pescoço. Fui descendo até chegar lá embaixo… Com um gemido grosso, ele olhou-me passando a língua pelo seu tronco.

Enquanto eu o chupava, ele passava a mão em minha bunda, acariciando-a.

Senti-me molhada demais para continuar, levantei, limpei o canto da boca e pedi para que ele me pegasse com força. Olhando para mim, com seus olhos famintos para me comer, ele jogou-me de bruços e passou suas mãos por entre minhas pernas, meus seios, beijando-os.

Naquele instante, encontrei-me satisfeita com sua brutalidade. Enquanto sentia suas mãos percorrem pelo meu corpo fervente, ouvia seus gemidos grosso. Eles passavam pelos meus ouvidos e estremeciam dentro de mim.

Sem hesitar, ele me deu uns tapas na bunda, deixando-a ardente de tesão. Com meus gritos e gemidos de prazer, ele enfia seus dedos que ficaram molhados dentro de mim, dizendo:

– Hmm, você está molhada demais. – Gemendo em meio as palavras.

E eu em meio de meus gemidos, pedi para que me maltratasse. Sim, eu gostava disso, e não achava nenhum mal fazer com aqueles com quem nós amamos e nos sentimos confiantes.

Ele me olhou com um olhar brutal, meio que sem entender exatamente onde aquilo iria levar. Mas sem dizer nenhuma palavra ele me jogou para cima de seu corpo, puxou meus cabelos, passando sua língua pelo meu pescoço.  Sentindo seu pau duro contra mim, estremeci de desejo.

Enquanto ele me engasgava com sua mão forte pelo meu pescoço, enfiou dentro de mim. Eu sentada em cima de seu colo, quis gemer, mas saia fraquinho, perante suas mãos agarrando meu pescoço.

Em cada vai e vem forte e devastador, queria mais e mais. Mais forte, mais selvagem, mais firme. E ele atendia meu chamado, me dominando por inteira. Suas mãos apertando meu corpo para perto do seu.

Enquanto eu sentava em cima de seu pau rígido, ele fazia-me sentir a deliciosa dor de suas mãos fortes, me agarrando, como um animal selvagem. Com um piscar de olhos, arregalei-os e explodi em cima dele, deixando que minha libido deixa-se levar-me.

Logo em seguida, ele meteu mais forte ainda e eu o senti inchar dentro de mim, deixando-me molhada e exausta.

Ficamos lá parados, depois de um sexo selvagem e adormecedor.