Me Sinto Invadida Pelo Cotidiano

Baby, me sinto invadida pelo cotidiano, onde não estás comigo. Viciei minhas retinas em seus olhos fugazes. Olhei para eles e vi o que sentes de dentro para fora. Sim querido, te quero mais do que quero a mim mesma. Meu amor se torna forte a cada momento que passo contigo, e frágil a cada espaço que da dê mim. Me quebro só de pensar em um dia não querer mais me amar nas madrugadas dolorosas. Onde pensamos o porquê de estarmos aqui abraçados olhando um pro outro. Aprendi o que é um amor natural. Onde nos confortamos no peito de alguém. Quero seu colo, e poder desabar tudo que carrego dentro de mim em cima de ti, para que sintas o quão grande e intenso é. Derramar sobre ti um pouco do amor que me restringe a dar te à ti. Tenho sonhado alto contigo ao meu lado, e se eu cair, a queda vai ser estrondosa. Abalando o concreto que estás lá embaixo. Estremecendo o que não deve se abalar. Querer à ti é doloroso quando a rotina me impedi de olhar para ti e lhe beijar mortalmente. Passo cada segundo pensando se verei seu rosto novamente. Relevando o que não faz sentindo e sentindo intensamente meu peito arder de uma febre interna com o seu nome. A cada dia fica mais difícil não estar contigo, mas quando lhe vejo sinto tudo se fechar e minhas direções se ligarem a ti. Desabando tudo o que sinto quando não posso te tocar.- Baby, me sinto invadida pelo cotidiano, onde não estás comigo. Viciei minhas retinas em seus olhos fugazes. Olhei para eles e vi o que sentes de dentro para fora. Sim querido, te quero mais do que quero a mim mesma. Meu amor se torna forte a cada momento que passo contigo, e frágil a cada espaço que da dê mim. Me quebro só de pensar em um dia não querer mais me amar nas madrugadas dolorosas. Onde pensamos o porquê de estarmos aqui abraçados olhando um pro outro. Aprendi o que é um amor natural. Onde nos confortamos no peito de alguém. Quero seu colo, e poder desabar tudo que carrego dentro de mim em cima de ti, para que sintas o quão grande e intenso é. Derramar sobre ti um pouco do amor que me restringe a dar te à ti. Tenho sonhado alto contigo ao meu lado, e se eu cair, a queda vai ser estrondosa. Abalando o concreto que estás lá embaixo. Estremecendo o que não deve se abalar. Querer à ti é doloroso quando a rotina me impedi de olhar para ti e lhe beijar mortalmente. Passo cada segundo pensando se verei seu rosto novamente. Relevando o que não faz sentindo e sentindo intensamente meu peito arder de uma febre interna com o seu nome. A cada dia fica mais difícil não estar contigo, mas quando lhe vejo sinto tudo se fechar e minhas direções se ligarem a ti. Desabando tudo o que sinto quando não posso te tocar.

– Flávia M. (Vomite-me)

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