Uma mulher, dois homens e seis orgasmos

Uma mulher, dois homens e seis orgasmos

17/01/2019 999 Por Michel Menezes

Jogada de joelhos com ações precisas, a mulher enchia a boca com um de seus benfeitores, sem desamparar o segundo, estimulado por uma das mãos. Ela variou suas chupadas por longos minutos, sendo justa em suas ofertas e recebendo, de tempo em tempo, visitas simultâneas.

Instantes depois foi até a cama, ficou de quatro e ofereceu sua garupa a um dos rapazes, ao passo que o segundo se posicionou à sua frente, repetindo o exercício passado. Em segundos a mulher recebeu uma profunda ofensiva que a fez arder em cio, vítima de uma sessão violenta, que obrigou a boca farta a abrir espaço e gritar, radiante e trêmula; um incandescente prazer, que se prolongou e também possuía xingamentos e tapas, tanto nas nádegas quanto no rosto. O momento, foi para ela um delicioso castigo, como uma submissa malcriada que erra só pra apanhar um pouco mais.

Os homens variaram a posição em seguida. No propósito de ser inédito, o segundo atacante invadiu a fenda até então intacta. A mulher soltou um novo grito agudo, agradecendo ao seu ídolo, aceso feito o diabo: “Ahn” regozijou-se “Isso” a voz parecia um princípio de choro, “não para!” implorou, até ser obrigada a se calar, pois sua boca recebia também um novo deleite.

Este momento durou um pouco mais, pois parecia que haviam encontrado a escalação perfeita.

O trio dos prazeres, completamente rígidos e a flor da pele, gemiam, fodiam e beijavam, um momento magnífico, que merece receber seu devido valor.

A seguir, o terceiro retrato do espetáculo rendeu os primeiros jatos aos rapazes.

O atrevido deitou na cama e recebeu a cavaleira, que se inclinou para frente largando os seios fartos sobre a face do rapaz e desenvolvendo sua anca, pois havia um participante desamparado e isso era inaceitável. Sua segunda brecha hospedou um membro enorme. Agora sim!, preenchida em ambas as fendas!, poderia morrer agora!, estava plena, realizada!

Com o corpo entregue completamente imóvel, sem forças e trêmula demais para falar, a mulher apenas gemia. As investidas se tornaram ainda mais frenéticas quando ela se inclinou um pouco mais e abraçou o rosto do homem que estava por baixo. Eles seguiram de forma incansável, até que juntos gozaram no interior da mulher. Os dois primeiros orgasmos.

Os homens abandonaram os buracos lentamente e conforme saíam vazava também o sagrado líquido supracitado. A mulher, dolorosa e fraca, mas ainda disposta (chamá-la de disposta é no mínimo original), abriu-se sobre a cama, recebendo entre as pernas um dos rapazes, ao passo que o segundo abandonou o espetáculo por um instante. Ainda nu e flácido (mas retomaria sua divina rigidez em instantes) ele caminhou por um ou dois segundos, sacou um cigarro, o acendeu e ficou a contemplar o espetáculo do camarote.

No palco a mulher se contorcia. Ela afogava o rosto do jovem entre suas pernas, arranhava suas costas com os pés e gemia cada vez mais fininho, até que o corpo fez manobras estranhas, regozijando-se, agradecendo. Alcançara o auge; terceiro orgasmo.

Recuperado e ainda com o cigarro em mãos, o homem afastado retornou à cena, oferecendo à moça sua bagagem, que foi imediatamente recebida por lambidas e chupadas. Soberano das ações, ele reuniu os cabelos da mulher e fez sua arma desaparecer na imensidão de sua garganta. Engasgada, ela passou a receber novos estímulos do terceiro participante, que caminhou por seu corpo com as mãos e acariciou cada capital do desejo, atento a todos os pontos, a cada mínimo detalhe.

Estando todos novamente armados, adotaram um novo estilo, assim como trouxeram para a arena uma nova ferramenta.

A mulher deitou-se de lado conforme um dos homens se posicionava em sua traseira. Ela levantou as pernas, ele afastou suas bandas e invadiu a brecha minúscula. Um novo gemido.

O segundo rapaz tornou a encher sua boca, mas o curioso deste momento é que o homem possuía em mãos um instrumento semelhante ao que ele possuía entre as pernas.

Levou a ferramenta até a fenda principal e a invadiu aos poucos, reparando nas reações da mulher, que ficara completamente grata. Ainda melhor que antes! Agora sim estava perfeito! Três entradas; todas devidamente preenchidas. Três orgasmos haviam acontecido; outros três estavam por vir. Era o dia mais feliz da vida da mulher.

Em um instante onde ocorria a troca de funções, a mulher, completamente estática, teve de se esforçar para não chorar de saudade nos segundos de abandono.

Ah! Que doce prazer! Todos participantes ardiam, prestes a explodirem em chamas.

Para notar que não minto, caro leitor, eis uma ilustração da singularidade do momento: a mulher chegou ao auge novamente, pela segunda vez em poucos minutos, pois era estimulada ao extremo, e conter-se era impossível, assim como indesejável.

Os homens sorriram, vitoriosos, ficando de pé ao passo que a mulher se jogava ao chão.

Ela buscou retribuir os rapazes, faminta, com ações ligeiras e a boca melada.

Instantes depois, vendo que o grande momento se aproximava, dedicou a cada um uma das mãos, empinando o rosto e oferecendo a boca sedenta. Segundos depois toda face estava coberta. Divino orgasmo!

Ela limpou o rosto com uma das mãos, chupando minuciosamente cada dedo, evitando o desperdício. Depois, ficou de pé e iniciaram um beijo triplo fervente, que deu prosseguimento a novos delírios, incansáveis, entregues a volúpia de nossa vida.

 

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